A sequóia é um gênero da família Cupressaceae (alguns autores podem ainda classificá-la na família das Taxodiaceae, que entretanto, foi substancialmente alterada, após novos dados filogenéticos). Contendo apenas uma única espécie viva, a Sequoia sempervirens. É uma conífera nativa da América do Norte, especialmente no lado oeste dos Estados Unidos. O nome Sequoia também é usado como um termo comum para a subfamília Sequoioideae na qual este gênero é classificado junto com a Sequoiadendron (Sequoia Gigante) e a Metasequoia.
Sem dúvida, o grande destaque para esta espécie se deve ao seu porte. Uma sequóia pode viver por milênios, e ao final deste tempo ultrapassar os 100 metros de altura, e algumas dezenas de circunferência à altura do peito. Ela chega a uma altura superior a da Sequóia gigante. Alguns indivíduos nos Estados Unidos possuem troncos de cor avermelhada, tão robustos que pôde-se escavar túneis para a passagem de carros em suas bases. Outra característica da espécie, além do porte, é o tamanho relativamente curto de seus ramos laterais, concentrados na região apical da árvore, e as folhas estreitas distribuídas disticamente no ápice dos ramos.
Tem sido plantada na região Sul do Brasil, principalmente para fins ornamentais.
A Sequóia gigante é a maior árvore do mundo em termos de volume. Ela cresce em média 50-85 m e 5-7 m em diâmetro. A Sequóia gigante mais velha conhecida possui 3.200 anos de idade (datada pelo método Dendrocronologia). Medidas recordes de sequóias como 115 m de altura e 8 m de diâmetro já foram reportadas. A casca da sequóia é fibrosa, com sulcos, podendo chegar a 60 cm de grossura na base do tronco. Uma casca assim fornece uma excelente proteção contra fogo. As folhas são como as folhas dos pinheiros, com 3-6 mm, fazendo uma espiral nos brotos. As sementes vêm em cones, e cada cone têm em média 230 sementes de cor marrom-escura, cada uma com 4-5 mm de altura e 1 mm de espessura, possuindo umas "asinhas" marrom-amarelas de 1 mm. As sementes são carregadas pelo vento quando se desprendem do cone. É considerada um fóssil vivo. Tem sido plantada no Brasil para fins ornamentais e de adaptação da espécie, já que em seu lugar de origem vem sendo destruída.

1 comentários:
Que maravilha! Gostaria muito de poder ve-las pessoalmente.
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